Ξ Ξ Ξ ♡ Ξ Ξ ღﻷჱﻶﻉ.¸¸.•'ﱞ'ﻷღﻷﱞ'•.¸¸.ﻶჱ ﻷღ Ξ Ξ ♡ Ξ ¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯ Eu QUERO um final de semana mto DEZ pra vcs!!! Fiquem com este textinho q mto aprecio... Ξ Ξ Ξ ♡ Ξ Ξ ღﻷჱﻶﻉ.¸¸.•'ﱞ'ﻷღﻷﱞ'•.¸¸.ﻶჱ ﻷღ Ξ Ξ ♡ Ξ
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AS DUAS CANÇÕES DO HOMEM (..e a sonoridade secreta da cítara indiana...)
Bom lembrar, a quem não sabe,que a cítara é composta de duas camadas de cordas superpostas, uma sobre a outra, muito próximas,sem nunca se tocarem. A camada de cima é sensibilizada pelo músico, e a de baixo não pode nunca ser tocada pelos dedos. Quem pouco entende dos segredos sonoros pode perguntar-se por que razão um instrumento musical tem cordas que não são tocadas. A beleza desse mistério está justamente na harmonia que enlaça as duas camadas. Os dedos não tocam a de baixo para que suas cordas possam vibrar pela magia de uma coisa muito mais sutil que os dedos. Tangidas pelos sons que brotam das primeiras elas reverberam e fazem nascer uma outra música, diversa daquela que o artista produziu. Eis o segredo. Eis a sensibilidade. Olhemos agora para nós. Quem sabe sejamos cítaras humanas, que vivem dentro de um encanto chamado vida, provocado pelo carinho criador de Deus; Lá dentro, no fundo de nossa essência, estão as segundas cordas de uma única verdade, que os dedos nunca tocam, mas que fazem ouvir uma outra voz, a vibrar pelos escaninhos do silêncio... Vem de lá uma canção imortal,jamais tocada, mas que, se ouvida, pode dizer muito de nós. Talvez seja esta a melodia diferente que os bons médiuns ouvem. Aqueles que lêem com amor o não-dito das palavras humanas, separando a mentira da verdade, o joio do trigo, e escolhendo o bem. Talvez seja, essa música oculta, a melhor definição de amizade. Afinal, o que um amigo faz senão educar-se para escutar nosso silêncio, que às vezes busca um abraço, um momento de atenção para aplacar sua melancolia? Um companheiro, é primeiro um amigo e um amigo é também algo mais. É aquele que faz do seu sossego um recanto confiável, onde o outro pode guardar seus segredos se não ter medo de perdê-los. Um amigo é aquele onde nossa segunda pauta encontra eco, porque sabe que no âmbito da amizade a solidão é um convite ao recolhimento, para que sejamos ouvidos, para que possamos reverberar. Nos braços de um amigo, nossa solidão se dilui no suave aroma da partilha. Você, a quem muitos consideram verdadeiro irmão, pode treinar os ouvidos do sentimento para escutar uma nova melodia. Preste, porém, menos atenção no que as pessoas irão tocar e mais nos sons daquelas cordas que nunca serão tangidas. Aproveite, também para apreciar a beleza da música que brota de todo lugar. Mesmo a do silêncio... Aí escutará a segunda canção de Deus, convidando-o a que habite uma realidade nova: a de ser, finalmente, um bom e melhor amigo, que com muito amor, aprendeu a chamar os outros para fora da solidão.. ( Desconheço o autor)
»-(¯`v´¯)-»(¯`•¸•´¯)»-(¯`v´¯)-»(¯`•¸•´¯)»Estou de volta e com muita saudades de vc »-(¯`v´¯)-»(¯`•¸•´¯)»-Anjo lindo da Belinha! »-(¯`v´¯)-»(¯`•¸•´¯)»-(¯`v´¯)O Fácil e o Difícil! »-(¯`v´¯)-»A.D)
Falar é fácil, quando se tem em mente, as palavras que expressem sua opinião. Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre ela. Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar. Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar. Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é dizer "oi", ou "como vai?". Difícil é dizer "adeus".
Fácil é ouvir a música que toca. Difícil é ouvir a própria consciência.
Fácil é perguntar o que deseja saber. Difícil é estar preparado para escutar esta resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade. Difícil é sorrir com vontade de chorar ou vice-versa.
Fácil é beijar. Difícil é entregar a alma!
Fácil é ditar regras. Difícil é seguí-las.
Fácil é sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho.
Fácil é exibir sua vitória a todos. Difícil é assumir a sua derrota com dignidade.
Fácil é viver o presente. Difícil é se desvencilhar do passado.
Fácil é tropeçar em uma pedra. Difícil é levantar de uma queda, todo machucado.
Fácil é desfrutar a vida a cada dia. Difícil é dar o verdadeiro valor a ela.
»-(¯`v´¯)-»(¯`•¸•´¯)»-(¯`v´¯)-»(¯`•¸•´¯)»Tenha uma semana repleta »-(¯`v´¯)-»(¯`•¸•´¯)»-de bençãos, e obrigada de coração por toda demonstração »-(¯`v´¯)-»(¯`•¸•´¯)»-(¯`v´¯)de carinho e amizade que vc deixou aki no meu cantinho…
»-(¯`v´¯)-»(¯`•¸•´¯)»Bjusssssssss MIL nesse doce ♥
Há sempre alguém na vida da gente Alguém que aparece sorrindo Alguém que nos deixa chorando E por mais que a gente tente esquecer Há sempre alguém que é impossível esquecer A vida é assim mesmo Um dia a gente ganha e outro pode até perder Por isso lute pelos seus ideais Mesmo chorando por aquilo Que um dia alguém lhe prometeu sorrindo!!!!
Há muitos anos, Tom era funcionário de uma empresa muito preocupada com a educação. Um dia, o executivo principal decidiu que ele e todo grupo gerencial, um total de 12 pessoas, deveriam participar de um curso de sobrevivência, que tinha a forma de uma longa corrida de obstáculos
A prova era cruzar um rio violento e impetuoso. Para surpresa de todos, pela primeira vez o grupo gerencial foi solicitado a dividir-se em três grupos menores de quatro pessoas para a superação daquele obstáculo. Os grupos eram: A, B e C
O grupo “A” recebeu quatro tambores de óleos vazios, duas grandes toras de madeira, uma pilha de tábuas, um grande rolo de corda grossa e dois remos.
O grupo “B” recebeu dois tambores, uma tora e um rolo de barbante
Já o grupo “C” não recebeu recurso nenhum para cruzar o rio; eles foram solicitados a usarem os recursos fornecidos pela natureza, caso conseguissem encontrar algum perto do rio ou na floresta próxima.
Não foi dada nenhuma instrução a mais. Simplesmente foi dito aos participantes que todos deveriam atravessar o rio dentro de quatro horas
Tom teve a “sorte” de estar no grupo “A”, que não levou mais do que meia hora para construir uma maravilhosa jangada. Um quarto de hora mais tarde, todo o grupo estava em segurança e com os pés enxutos no outro lado do rio, observando os grupos em sua luta desesperada.
O grupo “B”, ao contrário, levou quase duas horas para atravessar o rio. Havia muito tempo que Tom e sua equipe não riam tanto como no momento em que a tora e dois dos tambores viraram com seus gerentes financeiro, de computação, de produção e de pessoal E o melhor estava por vir.
Nem mesmo o rugido das águas do rio era suficiente para sufocar o riso dos oito homens quando o grupo “C” tentou lutar contra as águas espumantes. Os coitados agarraram-se a um emaranhado de galhos, que estavam se movendo rapidamente com a correnteza. O auge da diversão foi quando o grupo bateu em um rochedo, quebrando os galhos. Somente reunindo todas as forças que lhes restavam foi que o último membro do grupo “C”, o gerente de logística, todo arranhado e com os óculos quebrados, conseguiu atingir a margem, 200 metros rio abaixo.
Quando o líder do curso voltou, depois de quatro horas, perguntou: Então como vocês se saíram? O grupo “A” respondeu em coro:Nós vencemos! Nós vencemos!
O líder do curso responde: Vocês devem ter entendido mal. Vocês não foram solicitados a vencer os outros. A tarefa seria concluída quando os três grupos atravessassem o rio dentro de quatro horas.
Nenhum deles pensou em ajuda mútua, nem sonhou em dividir os recursos (tambores, toras, corda e remos) para atingirem uma meta comum. Não ocorreu a nenhum dos grupos coordenar os esforços e ajudar os outros.
Foi uma lição para todos no grupo gerencial. Todos caíram direto na armadilha. Mas naquele dia, o grupo aprendeu muito a respeito de trabalho em equipe e de lealdade em relação aos outros.
MORAL DA HISTÓRIA Se parássemos de encarar a vida e as pessoas como um jogo e milhões de adversários, muito provavelmente sofreríamos menos, compreenderíamos mais os problemas alheios e encontraríamos muito mais conforto no abraço de cada um. Mas infelizmente, nos enxergamos como rivais, como se estivéssemos em busca de um tesouro tão pequeno que só poderia fazer vitorioso a uma única pessoa. Ledo engano: o maior prêmio de nossa existência está na capacidade de compartilharmos a vida !
DICA = Estamos todos no mesmo barco! Experimente acolher ao invés de julgar, perdoar ao invés de acusar e compreender ao invés de revidar! É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante. A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa, muito mais valiosa. A EQUIPE FAZ A FORÇA
A equipe só sobrevive quando todos estiverem empenhados e comprometidos com os resultados, respeitando indistintamente a tudo e a todos.